domingo, 21 de setembro de 2008
felicidade

FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... FELIZ... e cada vez mais feliz.
Maick Barreto.
domingo, 7 de setembro de 2008
(...)
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Branco
Não gosto muito de falar, principalmente sobre as cosas que sinto, me falta vocabulário.
Uma vez tentei explicar o que sinto; então eu disse – Azul.
Ele foi entendido como: - Vermelho.
Maick Barreto
Uma vez tentei explicar o que sinto; então eu disse – Azul.
Ele foi entendido como: - Vermelho.
Maick Barreto
domingo, 31 de agosto de 2008
Esqueçam meu telefone
Essa falta de lógica...
Essa falta de razão...
Falta tanta coisa.
E o coração?
Como fica?
Amargurado... Vazio.
Esse:
– “Você tem que entender
Tem que compreender...
Precisa ter paciência.
Você é forte... Consegue”.
Cansei de ser parede.
Não quero carregar o mundo.
Não ofereço mais nada.
Que se dane.
O apoio pede apoio.
Cansado de ser espelho.
Um momento de egoísmo – Necessário.
Necessito.
Não cuido mais.
Não escuto.
Não dou a mão.
Se me quiser
Me procure.
Não peça... ofereça.
Estou cansado,
Amargurado
Vazio.
(Dedicado especialmente para todos que só lembram o meu número de telefone quando estão precisando de ajuda ou querendo algum benefício que, por acaso, eu possa oferecer).
Maick Barreto
PS: estou falando sério.
Essa falta de razão...
Falta tanta coisa.
E o coração?
Como fica?
Amargurado... Vazio.
Esse:
– “Você tem que entender
Tem que compreender...
Precisa ter paciência.
Você é forte... Consegue”.
Cansei de ser parede.
Não quero carregar o mundo.
Não ofereço mais nada.
Que se dane.
O apoio pede apoio.
Cansado de ser espelho.
Um momento de egoísmo – Necessário.
Necessito.
Não cuido mais.
Não escuto.
Não dou a mão.
Se me quiser
Me procure.
Não peça... ofereça.
Estou cansado,
Amargurado
Vazio.
(Dedicado especialmente para todos que só lembram o meu número de telefone quando estão precisando de ajuda ou querendo algum benefício que, por acaso, eu possa oferecer).
Maick Barreto
PS: estou falando sério.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
ZÉ
Não é fácil dizer adeus a quem se ama.
Não, não é!
Não é fácil dizer adeus...
Não é fácil amar, não, não é.
Amar e dizer adeus... Ainda é mais difícil.
O que me faz feliz é a felicidade que sei.
É o amor que sei.
A acolhida certa.
A cura da alma... Luz eterna... Eternizada.
O que me faz alegre é a alegria de saber.
De ver e saber reviver.
No dia claro de uma realidade nova, se renova.
Não... Não é fácil sentir a falta.
Mas não me faltam certeza e fé.
Não me falta saber que entre mim e você o amor ainda é.
(Eu te amo amigo. Hoje, sempre, eternamente)
Maick Barreto
Não, não é!
Não é fácil dizer adeus...
Não é fácil amar, não, não é.
Amar e dizer adeus... Ainda é mais difícil.
O que me faz feliz é a felicidade que sei.
É o amor que sei.
A acolhida certa.
A cura da alma... Luz eterna... Eternizada.
O que me faz alegre é a alegria de saber.
De ver e saber reviver.
No dia claro de uma realidade nova, se renova.
Não... Não é fácil sentir a falta.
Mas não me faltam certeza e fé.
Não me falta saber que entre mim e você o amor ainda é.
(Eu te amo amigo. Hoje, sempre, eternamente)
Maick Barreto
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